Comando Noticias– Seu Portal de Notícias em Indaiatuba - 15/12/2017

Publicado em: 04 dezembro 2017

Aos 105 anos, dona Elisa dá dicas para longevidade, “bastante feijão, sorrisos e família”

Nascida na cidade de Uruçuca, Bahia, teve dez filhos (seis mulheres e quatro homens), 33 netos, 47 bisnetos e dois tataranetos em um casamento que durou 60 anos.

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INDAIATUBA – “Comer bastante feijão, com farinha e carne, ser feliz, sorrir bastante e ter uma família sempre presente”, estas são as dicas para viver mais de um século. E elas não vem de um especialista qualquer. Dona Elisa Matos dos Anjos, do Jardim Morada do Sol, completa 105 anos nesta segunda-feira (4). Nascida na cidade de Uruçuca, Bahia, teve dez filhos (seis mulheres e quatro homens), 33 netos, 47 bisnetos e dois tataranetos em um casamento que durou 60 anos. O parceiro dela, seu Severino Viegas, se foi em 2001.

Além da alimentação, dona Elisa dá outros conselhos para a longevidade. “Ter uma vida saudável, sem drogas e nem bebidas. Ser muito amada e uma mãe muito presente até hoje”, conta a neta, interlocutora da centenária ao Comando Notícia, Luciana Moraes. “A fé que ela tem em Deus nos inspira muito. Ela gosta muito de ir à igreja, dos hinos cantados e da família reunida perto dela”, diz.




Bíblia e muita pimenta são dois ingredientes que não faltam na vida da baiana. “Minha vó come muito frango e se não tiver pimenta no feijão, ela reclama”, conta Luciana, revelando que dona Elisa não só come, mas cozinha muito bem. “Aprendi a fazer cuscuz com ela. Minha vó faz uma carne de panela muito boa, dias atrás ela faz. Lembro de quando a gente morava em São Paulo e ela era muito ativa, ia visitar as pessoas e nos ensinou [além de culinária] valores como amor, repeito, sempre falar a verdade e ter carinho com as pessoas”, diz.

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Mas nem tudo foram flores para dona Elisa, que enfrentou um câncer há alguns anos. “Foi muito guerreira e teve uma recuperação espetacular”, revela Luciana. “Nunca vi minha avó triste. Está sempre dando forças para todo mundo e quando a gente precisou, sempre esteve ali. Tem um carisma incrível e acolhe todo mundo. Nunca a vi maltratar, gritar ou falar mal de alguém e olha que morei com ela até os 12 anos”, conta. “Só temos coisas boas para falar e que ela ensinou para nós, que é ter fé em Deus e orar, porque Deus está sempre nos ouvindo”, encerra.

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foto: arquivo pessoal

 

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