
Em 2026, o governo federal simplificou o acesso à plataforma gov.br, tornando o login mais rápido e acessível. O reconhecimento facial, antes obrigatório e sujeito a falhas, deixou de ser exigido como etapa inicial. Com a atualização, o gov.br passou a adotar um novo modelo de autenticação válido tanto para o aplicativo quanto para os serviços integrados. Agora, o cidadão pode acessar a conta utilizando a senha da própria conta ou a biometria do celular, seja por digital ou pelo reconhecimento facial do próprio aparelho. Essa mudança amplia as opções de login, oferece mais praticidade e reduz problemas comuns, como falhas de leitura, erros de câmera e bloqueios recorrentes no cadastro, tornando o acesso aos serviços digitais do governo mais simples, prático e confiável.
O cidadão ainda precisa validar o rosto? Sim, mas apenas em situações específicas. O reconhecimento facial continua disponível como camada adicional de segurança e também para elevar o nível da conta, portanto não foi eliminado. Em 2026, os níveis da conta gov.br permanecem divididos em três categorias: bronze, prata e ouro. Na prática, o reconhecimento facial segue necessário para aumentar o nível de segurança das contas prata e ouro e também para acessar serviços que envolvem dados sensíveis, como autorizações de operações com maior risco de fraude, informações fiscais, benefícios, autorizações digitais e assinaturas eletrônicas.
Com essas mudanças, o governo federal brasileiro pretende facilitar o acesso a serviços simples e, ao mesmo tempo, manter a segurança máxima nos serviços que envolvem dados sensíveis.
Com informação: Terra







