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Brasil começa maio com 85 mil casos e 6,3 mil mortes

O Ministério da Saúde divulgou nesta sexta-feira (1) o mais recente balanço dos casos de coronavírus no Brasil. São 6.329 mortes, na quinta-feira (30) eram 5.901. Foram 428 mortes registradas em 24 horas. 91.598 casos foram confirmados, e na quinta-feira (30) eram 85.380. Em 24 horas, foram 6.209 novos casos. Em São Paulo são 30.374 casos e 2.511 mortes.

O Estado de São Paulo começa o mês de maio com 2.511 mortes referentes ao novo coronavírus. Balanço deste dia 1º indica quase 6 óbitos confirmados por hora, desde ontem. A mortalidade já é verificada em aproximadamente ¼ dos municípios de SP. Entre as 645 cidades, 151 têm uma ou mais vítimas fatais da COVID-19.
Do total de pessoas que faleceram com diagnóstico da doença, 36% residiam em cidades do interior, litoral e Grande São Paulo, que totalizam 904 óbitos. Os casos ultrapassaram a marca dos 30 mil. Os dados de hoje totalizam 30.374 pessoas infectadas pelo vírus, em 329 cidades, o que equivale a 51% de todos os municípios de SP.
Até ontem (30 de abril), havia 8,6 mil pessoas internadas em hospitais de SP, sendo 3.305 pacientes em UTI e 5.295 em enfermaria. Especificamente em UTI, as taxas de ocupação eram de 69,3% no Estado de São Paulo e 89,1% na Grande São Paulo.
Perfil da mortalidade
Entre as vítimas fatais, estão 1.470 homens e 1.041 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 73,6% das mortes.
Observando faixas etárias subdividas a cada dez anos, nota-se que a mortalidade é maior entre 70 e 79 anos (626 do total), seguida por 60-69 anos (561) e 80-89 (492). Também faleceram 169 pessoas com mais de 90 anos. Fora desse grupo de idosos, há também alta mortalidade entre pessoas de 50 a 59 anos (330 do total), seguida pelas faixas de 40 a 49 (202), 30 a 39 (98), 20 a 29 (24) e 10 a 19 (8), e um com menos de dez anos.
Os principais fatores de risco associados à mortalidade são cardiopatia (60,5% dos óbitos), diabetes mellitus (43,9%), doença renal (11,9%), doença neurológica (11,3%) e pneumopatia (10,9%). Outros fatores identificados são imunodepressão, obesidade, asma e doenças hematológica e hepática. Esses fatores de risco foram identificados em 2.035 pessoas que faleceram por COVID-19  (81%) do total.
foto: divulgação