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Eleições 2020: Indaiatuba terá seis candidatos a prefeito

Seis candidatos concorrerão ao cargo de prefeito de Indaiatuba (SP) nas eleições do dia 15 de novembro. São eles: o atual deputado Bruno Ganem (Podemos), Gabriel Silva Gomes (PTB), Jueli Gomes (Patriota),  Nilson Gaspar (MDB), Pedro Ferrari (PT) e Ulysses Maia (PSOL).

Todos foram confirmados como candidatos, porém, até o momento a única candidatura que aparece como registrada no TSE, é a de Ulysses Maia Codognotto (PSOL), que aguarda o julgamento do órgão. O vice-prefeito que concorre juntamente com Ulysses é Matheus Felipe Fernandes Coutinho, do mesmo partido.

O prazo para que os partidos de todo o Brasil realizassem as convenções que definiriam as coligações e os candidatos a prefeito e vereadores nas eleições municipais de 2020, foi finalizado na última quarta-feira (16), já o registro dessas candidaturas poderá ser feito até o próximo dia 26, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Depois da candidatura os registros precisam ser confirmados pela Justiça Eleitoral.

Candidatos, cargos  e coligações

-Bruno Ganem
Vice-prefeito: Carleans Brito 
Coligação: “Indaiatuba que a gente merece” –  composta por oito partidos: Podemos, Cidadania, Avante, PRTB, PDT, PSC, Pros e PV.

-Gabriel Silva Gomes 
Vice-prefeita: Dra. Mariana Castro à vice prefeita
Coligação: PTB

-Jueli Gomes de Lima
Vice-prefeito: Pastor Beto
Coligação/Partido: Patriota

-Nilson Gaspar
Vice-prefeito: Dr. Túlio José Tomass do Couto (Solidariedade)
Coligação/Partido: “Eu Amo Indaiatuba” – composta por 10 partidos: MDB, Solidariedade, Democratas, PL, PMB, PP, PSD, PSDB, PSL e Republicanos.

-Pedro Ferrari 
Vice-prefeita: Deise Joseane Casale
Coligação/Partido: PT

-Ulysses Maia 
Vice-prefeito: Matheus Fernandes 
Coligação/Partido: PSOL

 

Desde a última quinta-feira (17) até o dia 29 de novembro, emissoras de rádio e televisão deverão observar uma série de restrições ao conteúdo que transmitem sobre candidatos, partidos políticos e coligações ou que revele a posição política de eleitores. As restrições estão previstas na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) e fazem parte do calendário eleitoral 2020. O não cumprimento das regras pode acarretar a cassação do registro da candidatura, ou do diploma de eleito, por uso indevido dos meios de comunicação.

Segundo o TSE, durante a vigência do período eleitoral, as emissoras estão livres para organizar debates políticos ou citar candidatos, partidos ou coligações em programas jornalísticos. Mas a exibição de qualquer conteúdo que os mencione ou favoreça – como peças de propaganda política ou novelas, filmes e séries, por exemplo – não é permitida.

Os programas de rádio ou TV que tenham o nome de um candidato ou façam menção a ele não poderão mais ser transmitidos até depois do segundo turno das eleições. Desde o dia 11 de agosto os próprios candidatos que atuavam como apresentadores já estão afastados dos programas. Até a data do segundo turno de votação, as emissoras de rádio e televisão também não podem exibir imagens de realização de pesquisa ou consulta eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado, ou que haja algum tipo de manipulação de dados.

Por causa da pandemia do novo coronavírus, a data do primeiro e do segundo turnos das eleições municipais de 2020 foram alteradas para os dias 15 e 29 de novembro, respectivamente. A mudança foi feita por meio da aprovação de uma emenda constitucional por deputados e senadores.

 

Calendário das eleições 2020

a partir de 11 de agosto: emissoras ficam proibidas de transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato, sob pena de cancelamento do registro do beneficiário;

31 de agosto a 16 de setembro: período destinado às convenções partidárias e à definição sobre coligações;

26 de setembro: prazo para registro das candidaturas;

-a partir de 26 de setembro: prazo para que a Justiça Eleitoral convoque partidos e representação das emissoras de rádio e TV para elaborarem plano de mídia;

-após 26 de setembro: início da propaganda eleitoral, também na internet;

-27 de outubro: prazo para partidos políticos, coligações e candidatos divulgarem relatório discriminando as transferências do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Fundo Eleitoral), os recursos em dinheiro e os estimáveis em dinheiro recebidos, bem como os gastos realizados;

-15 de novembro: primeiro turno da eleição;

-29 de novembro: segundo turno da eleição;

-até 15 de dezembro: para o encaminhamento à Justiça Eleitoral do conjunto das prestações de contas de campanha dos candidatos e dos partidos políticos, relativamente ao primeiro turno e, onde houver, ao segundo turno das eleições;

-até 18 de dezembro: será realizada a diplomação dos candidatos eleitos em todo país, salvo nos casos em que as eleições ainda não tiverem sido realizadas.

 

 

Foto: arquivo/Comando Notícia.