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Gás de cozinha varia até R$ 15 em Indaiatuba, diz ANP

Gás de cozinha puxa a inflação de setembro em Brasília Cruzeiro, Brasília, DF, Brasil 13/10/2015 Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília Com variação de 19,23% no valor do botijão, o gás de cozinha contribuiu diretamente para o aumento da inflação no Distrito Federal em setembro.

O botijão de gás de cozinha de 13 quilos pode variar até R$ 15 dependendo do estabelecimento em Indaiatuba (SP). É o que mostra a pesquisa mais recente da Agência Nacional do Petróleo e Derivados (ANP). No caso dos combustíveis, a gasolina varia R$ 0,17 e o etanol, R$ 0,21.

O preço do gás está oscilando entre R$ 60 e R$ 75, sendo que, em média, custa R$ 69,82, de acordo com o levantamento. Uma dica para economizar é, se houver revendedor próximo da residência do consumidor, que ele busque o botijão. O levantamento tem dados de 16 estabelecimentos de combustíveis e 11 de gás de cozinha entre os dias 13 e 19 de janeiro.

O litro do preço da gasolina custa, em média, R$ 4,02. O mais alto está em R$ 4,09 e o mais baixo em R$ 3,92, uma diferença de R$ 0,17. Em relação à pesquisa da semana passada, o preço médio caiu, de R$ 4,08 para R$ 4,02. O preço mais alto caiu, de R$ 4,29 para R$ 4,09, mas o mais baixo teve alta de R$ 3,89 para R$ 3,92. 

No caso do etanol, o litro foi encontrado sendo vendido a R$ 2,58, mas também havia postos comercializando o produto a R$ 2,79. Em média, R$ 2,73. Os preços não se alteraram em relação ao levantamento anterior. Os dados refletem os postos pesquisados e outros estabelecimentos não credenciados à ANP podem ter preços diferentes.


Aumento

A Petrobras elevou o preço médio da gasolina nas refinarias em aproximadamente 1,2%, para R$ 1,5491 por litro, desde de terça-feira (22), informou a companhia em seu site. No caso do diesel, a empresa resolveu manter o valor médio em R$ 1,9778 por litro.

A atual política de preços da Petrobras segue indicadores internacionais, como o câmbio e as referências para o barril do petróleo, em busca de maior rentabilidade. O repasse dos reajustes ao consumidor final em ambos os combustíveis nos postos depende de diversas variáveis, como margem das distribuidoras e revendedores, impostos e mistura obrigatória de biocombustíveis.