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Pepo é condenado a 10 anos de prisão

O vereador Jorge Lepinski (MDB), o Pepo, foi condenado a dez anos de prisão em regime fechado pelo caso de cheque da pastoral em 2013 (entenda o caso mais abaixo). A decisão é do juiz José Eduardo da Costa e foi proferida na quarta-feira (30). Ele está, também segundo a decisão, impedido de exercer qualquer cargo público por 12 anos.

A condenação atinge Sônia Helena Salla a quatro anos e quatro meses de prisão e absolve Rogério Soares da Silva das acusações. Trata-se de decisão em primeira instância e eles podem recorrer em liberdade. O mesmo processo afastou Pepo da Câmara em outubro de 2017, mas ele retornou em seguida.

O caso

De acordo com a denúncia, Pepo cometeu improbidade administrativa. Segundo o Ministério Público, ele “ficou sabendo” que um cheque de R$ 8 mil relativo ao Carnaval, destinado ao bloco da Pastoral da Igreja Santa Rita de Cássia estava disponível na Prefeitura e não tinha sido sacado.

Ao ficar sabendo, ainda segundo a denúncia, Pepo teria avisado duas mulheres que foram buscar o cheque. Depois, ele teria pedido para que o cheque fosse trocado em um posto de gasolina. Uma mulher teria ido trocar o cheque e pegado dinheiro vivo, que foi entregue, de acordo com o promotor, em um envelope para Pepo no estacionamento da Prefeitura enquanto ele trabalhava na Secretaria da Habitação, em 2013.

Foto: arquivo/Câmara