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Semana começa com mínima de 10,3 e máxima pode chegar a 33 graus em Indaiatuba

Até sexta-feira (14) a semana em Indaiatuba (SP) deve ser de sol e calor. As temperatura mínima prevista para os próximos dias é de 16, e a máxima pode chegar a 33 graus, segundo a previsão do tempo.

Nos últimos dias, segundo o Ciiagro, Indaiatuba teve temperaturas entre 10,3 e 27,9 graus. A mínima foi registrada no domingo (03) , com 10,3 graus na cidade. Já o dia mais quente, ocorreu no domingo (9) e nesta segunda-feira, onde os termômetros chegaram a 27,9 graus.

A umidade relativa do ar diminuiu desde o início do mês de agosto, por isso é preciso estar atento aos problemas decorrentes desta condição climática.

 

 

Baixa umidade relativa do ar; o que significa?

Quando fazem a previsão do tempo, os meteorologistas sempre chamam a atenção para a umidade relativa do ar, ou seja, sobre a quantidade de vapor d’água contido na atmosfera em relação à quantidade máxima que poderia suportar nessa mesma temperatura (ponto de saturação). Nos períodos de longa estiagem característicos do final do inverno, a umidade do ar cai muito e fica mais alta nos dias quentes de verão, por causa da evaporação que ocorre depois das pancadas de chuva. A umidade relativa do ar representa uma variável meteorológica que pode afetar o organismo de todos os seres vivos.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o nível ideal para o organismo humano gira entre 40% e 70%. Acima desses valores, o ar fica praticamente saturado de vapor d’água, o que interfere no nosso mecanismo de controle da temperatura corporal exercido pela transpiração. Quanto mais alta a temperatura e mais úmido o ar, mais lenta será a evaporação do suor, que ajuda a dissipar o calor e a resfriar o corpo.

No extremo oposto, geralmente o que temos em várias partes do Brasil em determinados períodos, tempo seco demais e baixa umidade do ar causam danos maiores. Além de dificultarem a dispersão de gases poluentes, que agravam a situação, provocam o ressecamento das mucosas das vias aéreas, tornando a pessoa mais vulnerável a crises de asma e a infecções virais e bacterianas. A baixa umidade do ar deixa também o sangue mais denso por causa da desidratação e favorece o aparecimento de problemas oculares e alergias. Mesmo quando a temperatura sobe, o ar seco faz seus estragos, pois acelera a absorção do suor pelo ambiente e resseca a pele. Quanto mais quente o ar nos períodos nos períodos de longa estiagem, menor a umidade do ar.

O horário crítico, em geral, ocorre entre 15h e 16h. Quando o nível cai para menos de 30%, os prejuízos para a saúde se tornam mais evidentes: dor de cabeça, rinites alérgicas, sangramento nasal, garganta seca e irritada, sensação de areia nos olhos que ficam vermelhos e congestionados, ressecamento da pele, cansaço.

Não está em nossas mãos controlar as variações climáticas que afetam o organismo. No entanto, cabe a nós tomar algumas precauções que podem preservar nossa saúde e melhorar a qualidade de vida especialmente nos períodos em que a umidade do ar está baixa, alerta o médico .

 

 

 

Foto: arquivo/Comando Notícia